Alguns dos profissionais.jpg

Valdir Ribeiro ​- Comissário de Avarias, Regulador, Consultor e Assessor Técnico em Sinistros de Transportes - Registro FENSEG nº 350

Assessoria Técnica

Sim_podemos_ajudar_seu_negocio.JPG

A Seguradora não quer pagar a indenização?

 

Você quer saber se ela tem razão?

 

Deixe-me analisar o caso, porque com certeza posso resolver isso!

 

 

- Consultoria: Um tipo de serviço prestado em que geralmente uma Pessoa Física ou Jurídica te ajudam a desenvolver uma idéia, a elaborar uma solução, encaminhar um processo, estudar uma situação ou qualquer processo que, basicamente, envolva PENSAR.

 

Geralmente é um termo usado para quem quer “ajudar a pensar, mas não a fazer a massa”, ou seja, pra quem vai te ajudar a desenvolver algo mas não vai por a mão na massa.

 

- Assessoria: Tipo de serviço prestado por Pessoa Física ou Pessoa Jurídica que envolve uma contratação temporária da mão de obra.

 

Ou seja, basicamente, a assessoria vai te ajudar a FAZER.

 

São áreas diferentes, mas que podem acabar coincidindo uma sobre a outra, principalmente porque nada exclui que a Consultoria faça algo prático, tampouco que a Assessoria faça algo teórico.

 

Geralmente, em grandes projetos, a diferença é muito clara, pois a Consultoria é contratada para ajudar a ELABORAR o projeto e a solução, enquanto que a Assessoria é contratada para ajudar no DESENROLAR do projeto, seja controlando-o ou até mesmo fazendo-o, direta ou indiretamente.

 

Fonte: Internet

 

Como qualquer tipo de trabalho, prestamos ambos tipos de serviços, desde que não haja conflito de interesse!

 

Veja exemplos resumidos

 

A) - Caso da Rede de Hipermercados. A Seguradora negou o pagamento da indenização de 20 processos de sinistros de Transportes Internacionais, mas em 8 deles a decisão foi equivocada e por isto foi revertida.

 

Eis a história:

 

Uma Rede de Hipermercados procurou um Corretor de Seguros que estava interessado em sua polpuda Conta de Seguros, incluindo o Seguro de Transportes Internacionais.

 

Disse-lhe que poderia viabilizar a sua pretensão, com a condição de que ele a ajudasse no sentido de resolver cerca de 20 processos de Reclamação de Sinistros de Transportes Internacionais, eis que em todos havia sido negado pela Seguradora da carga o pagamento das indenizações correspondentes pleiteadas à ela.

 

Acrescentou que o Corretor do Seguro - ligado a determinado Banco que lhe atendia em várias operações financeiras - não a estaria ajudando na solução dos casos em questão, de forma que a sua Diretoria estava insatisfeita, inclusive pretendendo recorrer à esfera Judicial para buscar o reembolso dos prejuízos que sofreu!

 

 

 

 

Solução bem simples:

 

Por indicação de determinada Seguradora nossa Cliente, que por sinal tambem estava interessada na mesma conta, fomos contratados pelo Corretor em questão para tentar resolver o assunto.

 

Examinamos detidamente os 20 processos citados e concluímos que apenas 8 deles eram passíveis de ser indenizados, já que ao nosso modo de ver estava flagrantemente equivocada a análise desses casos feita pelo Regulador do Departamento de Sinistros da Seguradora.

 

Conforme instruímos, esse Corretor ajudou seu pretendido novo Cliente, a Rede de Hipermercados, a resolver as pendências junto à Seguradora da carga, contra-argumentando tecnicamente com a Seguradora, que aliás não era nossa Cliente. 

 

 

 

 

 

Credenciados pela Seguradora nossa Cliente e pelo Corretor, com a troca de Seguradora e de Corretor passamos a atender a todos os sinistros de Transportes Internacionais constatados aqui em seus CD´s localizados na Grande São Paulo durante 12 anos, o que naturalmente nos deixou muito satisfeitos, claro!

 

B) - Caso das tintas importadas para Impressoras.

 

Eis a história:

 

O Despachante Aduaneiro falhou e a Seguradora de forma rápida e correta negou o pagamento da indenização pleiteada pelo Segurado-Importador, referente à perda total da carga por furto, possibilitando a reação deste em seguida para solucionar o problema!

 

Solução bem simples:

 

Por favor, acesse o artigo sobre o assunto intitulado Sinistro de Transporte – O Importador desesperado acalmou-se!

 

C) Caso do Transportador santista.

 

A Seguradora negou o pagamento da indenização fundamentando que o veiculo perdeu os freios e tombou à margem da pista por causa de má conservação. Contudo, após a argumentação, demonstração e comprovação, ela reabriu o processo e decidiu indenizar.

 

 

 

 

- O Corretor dos Seguros de RCTR-C contratados por várias Transportadoras nos procurou dizendo não saber mais o que argumentar para que a Seguradora, sua Parceira, reabrisse o processo de sinistro e pagasse a indenização pleiteada por um de seus Clientes, que não concordava com a negativa aplicada por ela em seu processo de perda total de uma carga destinada a exportação ocorrida durante a viagem.

 

 

 

 

 

Naturalmente, ele pretendia atender a contento tal Cliente-Transportador estabelecido em Santos/SP, mas temia perder a conta dele e de outros Transportadores, em caso de insucesso!

 

Eis a história:

 

Um Exportador de Minas Gerais contratou a Transportadora para retirar em suas dependências a carga que produziu e a conduzisse até o Porto de Santos/SP, de onde seria embarcada no navio que a levaria ao Comprador no Exterior.

 

O Transportador santista então levou um Container adequado vazio até tais dependencias, onde foi ovado e lacrado.

 

Depois disto,  fez a viagem de volta à Cidade de Santos/SP.

 

Na descida da Serra, a cerca de 10 kms apenas do destino, ocorreu que o veiculo transportador surpreendentemente perdeu os freios e tombou na lateral da pista, fato que provocou avarias estruturais significativas ao container e também à carga nele acondicionada.

 

O Exportador avaliou tratar-se de perda total, tendo providenciado rapidamente outro lote para ser exportado, em substituição ao que se sinistrou.

 

Solução bem simples:

 

A solução encontrada foi comprovar e demonstrar à Seguradora que:

 

C.1 - O veiculo transportador pertencia a um Profissional Autônomo Agregado da Transportadora.

 

Era a sua única fonte de renda, de modo que ele se preocupava constantemente com a manutenção do veiculo, conforme Caderneta de Manutenção rigorosamente atualizada exigida pela própria Transportadora a todos os seus Agregados.

 

C.2 - O Boletim de Ocorrência Policial apontou a opinião do Policial de que a causa do acidente - problema nos freios - relatada pelo condutor teve origem em falha de manutenção.

 

As fotografias produzidas pelo Vistoriador a serviço da Seguradora nada evidenciavam quanto à deficiência na manutenção.

 

Consultado, ele apenas comentou que se tratava de veiculo com muitos anos de uso, o que, cremos, não caracteriza que por sí só estivesse em mal estado!

 

Não havia um Laudo Oficial de Perícia, podendo a Declaração contida no Boletim de Ocorrência ser contestada por perícia feita por Empresa Privada ou pela Policia Técnica.

 

O Contrato de Seguro exige que o veiculo esteja em bom estado de conservação.

 

C.3 - Entre a viagem de ida e a de volta o veiculo transportador percorreu aproximadamente 1.000 kms. sem qualquer problema.

 

Portanto, concluiu-se que a falha nos freios ocorreu por um Vício Oculto, problema objeto de notórias operações de Recall por parte dos Fabricantes e Montadoras.

 

 

 


 

Satisfeita, a Seguradora reabriu o processo e indenizou a Transportadora!